sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

quinta-feira, 16 de julho de 2009

quarta-feira, 15 de julho de 2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Revolução Constitucionalista de 1932


HISTÓRIA:

FONTE: Revista Escola(Abril)- Eliza Kobayashi- Revolução Constitucionalista de 1932

Movimento pela promulgação de uma constituição em São Paulo levou a uma das maiores lutas armadas internas no Brasil


Antes de falar sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, é preciso voltar alguns anos na história para buscar os embriões deste que foi um dos maiores movimentos armados da história do Brasil. Durante a República Velha (1889-1930), formou-se uma aliança entre os estados mais ricos e influentes do país na época, São Paulo e Minas Gerais, cujos representantes alternavam-se no posto da presidência da república naquilo que ficou conhecido como a "política do café com leite". Em 1930, porém, o presidente Washington Luís, representante dos paulistas, rompe a aliança com os mineiros e indica o governador de São Paulo Júlio Prestes como seu sucessor, que venceu as eleições. As oligarquias mineiras não aceitam o resultado e, por meio de um golpe de estado articulado com os estados do Rio Grande do Sul e da Paraíba, colocam Getúlio Vargas no poder.


"Getúlio vem com uma nova proposta de modernização do país. O grupo que chega ao poder pretende promover essas mudanças de maneira autoritária, sem consultas eleitorais", conta Alexandre Hecker, professor de História Contemporânea da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Mackenzie. O novo presidente fecha o Congresso Nacional, anula a Constituição de 1891 e depõe governadores de diversos estados, passando a nomear interventores. As medidas desagradam profundamente as elites paulistas tradicionais. "Esses grupos, que eram ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP) e haviam sido derrotados pela revolução de 1930, passam a trabalhar em oposição ao governo de Getúlio”, diz Alexandre. Já, a partir de 1931, se junta a essa elite deposta um “grupo mais moderno", que exige do governo a criação de uma carta magna que regesse a legislação do país - algo que Vargas vinha adiando cada vez mais - além de eleições gerais para presidente da república.

Ao mesmo tempo em que se formava esse grupo opositor, fortaleciam-se, em São Paulo, os chamados tenentistas, constituídos não apenas por militares, mas também de civis que agiam sob sua liderança. "Eles se reuniam no Clube Três de Outubro e apoiavam as ações do governo", explica o professor. "Havia diversas brigas de rua entre os estudantes do Largo São Francisco e esse grupo getulista, os tenentistas". No dia 23 de maio, essas forças se encontraram e se defrontaram nas ruas de São Paulo, o que resultou na morte de alguns estudantes em praça pública, que ficaram famosos como MMDC (sigla das iniciais dos quatro jovens mortos: Martis, Miragaia, Dráusio e Camargo. Mais tarde, adicionou-se a letra A, de Alvarenga, ao final da sigla, de outro jovem que acabou morto por causa do conflito).

Essas mortes foram o estopim que deu início no dia 9 de julho de 1932 à Revolução Constitucionalista. Com a ajuda dos meios de comunicação em massa, o movimento ganha apoio popular e mobiliza 35 mil homens pelo lado dos paulistas, contra 100 mil soldados do governo Vargas. "Havia uma possibilidade de que outros estados viessem em apoio ao governo do estado de São Paulo, mas ele ficou isolado e, com isso, se desenvolveu uma série de batalhas", destaca Alexandre. Foram quase três meses de batalhas sangrentas, encerradas em 2 de outubro daquele mesmo ano, com a derrota militar dos constitucionalistas. "Moralmente, porém, em termos de denúncia política, o movimento foi vencedor, porque logo depois do término do conflito, o governo federal convocou eleições para uma Assembleia Constituinte, que promulgou a Constituição do Brasil em 1934. Foi também quando, pela primeira vez no país, as mulheres participaram do processo eleitoral", ressalta o historiador.

O termo "revolução" para o movimento constitucionalista não é muito adequado àquilo que se propunha fazer, segundo o professor. "Não era uma revolução. Na verdade, desejava-se a normatização da legislação e do processo eleitoral, e não uma mudança no sentido de alteração das relações de poder ou qualquer coisa que significasse uma limitação no processo de desenvolvimento capitalista", afirma. Ele diz que, para alguns historiadores, o movimento é considerado até conservador e anti-revolucionário. "Era uma elite derrotada que queria voltar ao poder e encontraram nesse movimento uma desculpa para isso".


fonte: http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/foi-revolucao-constitucionalista-1932-482251.shtml




terça-feira, 3 de junho de 2008

UNESCO


Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura

sábado, 12 de abril de 2008

Os guardiões da mãe terra!

...508 anos de covardia e descaso

...ao sertanista Orlando Villas Bôas

"...mas agora ele só tem o dia 19 de abril."

"...Jês,Kariris,Karajás,Tukanos,Caraíbas,Makus,Nambikwaras,Tupis,Bororós,Guaranis,Kaiowa,Ñandeva,YemiKruia,Yanomá,Waurá,Kamayurá,Iawalapiti,Suyá,Txikão,TxuKarramãe,Xokren,Xikrin,Krahô,Ramkokamenkrá,Suyá,funiô,pataxó..."


Fredson Rodrigues.:

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Velhas doutrinas, novas lições...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

em branco e preto...


pela memória estudantil ...


Abuso de Autoridade

Tarefa difícil é declinar sobre democracia, muito embora, o fato de viver numa democracia seja algo ainda mais desafiador.Não menos complexo é dissertar sobre liberdade, à luz dos direitos e garantias já conquistados ao longo da história. Por óbvias razões,a adoção pelos Estados modernos desse tipo de regime governamental, revela a evolução política e a necessidade de se estabelecer regras isonômicas na relação Estado-cidadão.

Em um passado recente, o Estado usou de todas as formas para inibir e repelir manifestações democráticas,seja através censura, da negação ao sufrágio ou da tortura e execução de militantes políticos opositores do sistema. Preservar a memória daqueles que perderam sua vida lutando contra as atrocidades de um Estado opressor é um alento moral e uma tarefa que deve ser colocada em prática diariamente. Uma sociedade sem memória corre o risco de progredir na mesmice burra de um ciclo vicioso de descaso e de negação de seus valores.

Zelar pela observância das leis é um direito e um dever de todos, inclusive do próprio Estado que as emana, de outro modo, a arbitrariedade e os abusos de poder econômico, político e funcional, voltarão a ditar as regras numa sociedade que é, ao menos de direito, politicamente igualitária.Abuso de autoridade é crime, denuncie! Lei de Abuso de Autoridade. lei nº 4.898/65;
Fredson Rodrigues.:

quinta-feira, 27 de março de 2008

segunda-feira, 17 de março de 2008

O Autor

Ser brasileiro...



Teotônio Vilela- Uma verdadeira lição de Teoria do Estado e cidadania ministrada pelo mestre Teotônio Vilela. O Brasil precisa de gente como você!

Amistad


Singela homenagem a todos os meu AMIGOS
"Quem sonhou
só vale se já sonhou demais
vertente de muitas gerações
gravado em nossos corações
um nome se escreve fundo
as canções em nossa memória vão ficar
profundas raízes vão crescer
a luz das pessoas me faz crer
e eu sinto que vamos juntos
oh! nem o tempo, amigo...
nem a força bruta pode um sonho apagar..."
*Canção do Novo Mundo
(Beto Guedes/ Ronaldo Bastos)
*Homenagem a John Lennon
Fredson Rodrigues.:

Retrocesso!

O resultado das eleições gerais espanholas, realizadas no último dia 09 de março, na qual foi confirmada a reeleição do então Presidente do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE),e atual Presidente da Espanha, José Luis Rodriguez Zapatero,trouxe à tona o debate sobre a política imigratória adotada pelos países de primeiro mundo.É verdade que a crise econômica aliada aos elevados índices de desemprego existentes no atual momento político espanhol devem ser debatidos e trazidos às raias daquele certame eleitoral, todavia, as declarações do então candidato conservador, Mariano Rajoy,e sua afirmação sobre a necessidade de um "CONTRATO DE INTEGRAÇÃO" pactuado por todos os imigrantes que alí chegam,remete o pensamento do representante do Partido Popular a um estreito vínculo preconceituoso e xenofóbico, de prática recorrente nos últimos anos no continente europeu.


A adoção do denominado "contrato de integração" trata-se de um retrocesso ideológico, reflexo imediato de um despreparo político e da ligeira afronta aos princípios do Direito Internacional de construção de uma sociedade fraterna e pluralista, comprometida na ordem internacional com o combate ao racismo e ao anti-semitismo, heranças macabras do terceiro reich germânico.As principais obrigações advindas do contrato forçado seriam o cumprimento da legislação espanhola, o aprendizado da língua e o respeito aos costumes locais.


Em um passado recente, mais precisamente no segundo semestre de 2005,o atual Presidente neoliberal francês, Nicolas Sarkozy, à época Ministro do Interior da França, foi o protagonista político de uma série de acusações que denunciavam, desde sua ligação a grupos de extrema direita de remanescência neonazista até a adoção de uma política de segregação para com os grupos de imigrantes africanos de países ex-colônias do antigo império francês,das quais culminaram numa série de protestos violentos que se iniciaram nos subúrbios da capital Paris e se alastraram por avenidas e universidades da cidade luz.


Nem a população dos países ricos, quiçá seus imigrantes,ilegais ou não, podem ser responsabilizados pelos sucessivos fracassos da política econômica e social de seus governantes.Atribuir esse fracasso ao povo,seja nacional ou estrangeiro,sob o argumento de desequilíbrio nas contas públicas ou no aumento dos índices de violência e desemprego é camuflar a incompetência administrativa e transferir responsabilidades para quem é, de fato e de direito, vítima de um sistema deficiente.


Fredson Rodrigues.:


sábado, 15 de março de 2008

nO waR... gIVe pEAcE A cHanCe!!



Rosa de Hiroshima
Fredson Rodrigues.: